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Por que muitas empresas fracassam na Gestão do Risco?

Marcos Castañón Tibiriçá
Especialista em Crédito, Cobrança e Gestão do Risco
O sentimento de posse nato no Ser Humano nos impede que desfaçamos de objetos e bens que em nossa mente exerce uma forte ligação de sentimentos.

Pare e Pense:
- Por que é tão difícil se desvencilhar de roupas que estão entupindo nossos armários?
- Por que não conseguimos nos defazer de Sapatos que não usamos mais?
- E pior, por que compramos mais sapatos, sendo que alguns foram usados somente uma vez?

Os psicólogos chamam tão comportamento de “Endowment Effect” - Efeito Apropriação.

Ou seja, no recanto reservado onde tomamos nossas decisões, desenvolvemos determinada idéia e formamos uma ligação emoncional com a posição. A posição assume significado como “Extensão pessoal do Eu” – quase como se fosse um filho. Para muitos, no momento da decisão ao realizar uma operação comercial ou financeira, o julgamento crítico cede espaço ao desejo de estar certo ou a esperança de recuperar-se de outra decisão mal fadada.

Sonhar no mercado é um luxo a que ninguém se pode permitir. Se suas operações de mercado se basearem em emoções, é melhor dar dinheiro ao Psicoterapeuta. O comportamento irracional se agrava quando as pessoas se sentem sob pressão. Podemos tirar algumas conclusões dos motivos pelos quais muitas Empresas, persistem em manter suas posições em relação as operações com clientes que lhes inflingem resultados negativos.

O comportamento como um apostador de corrida de cavalos, agravam a situação de muitas organizações que depositam sua “esperança” em recuperar suas perdas nos azarrões. Ao analisar os registros destas negociações, constata-se que os grandes danos em seu capital foram provocados por umas poucas grandes perdas ou por uma longa sucessão de perdas, na tentativas de sair do buraco por meio de novas operações.

Empresas que fracassam na Gestão do Risco buscam “certeza” e aferram-se à esperança e irracionalmente evitam aceitar pequenas perdas. Muitas não compreendem o conceito básico e fundamental da rentabilidade. Outras apresentam o analfabetismo Numérico – não conhecer as noções básicas de gestão de caixa, definições de margens para lucros e perdas – é uma deficiência intelectual fatal no mercado.

Existe também a expectativa matemática, um importante conceito para os gestores e analistas. Ela é denominada como expectativa (positiva) ou expectativa (negativa) quando a vantagem está do lado contrário ao seu.  O “Gestor e Analista” bem-sucedido concentra-se na execução de boas operações: Estudando o mercado, analisando oportunidades, aguçando suas habilidades na Gestão do Capital.


 
 
 
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